domingo, 10 de abril de 2011

A dura "missão" de ser MULHER!

Meus momentos de baixo-astral parece que nunca mais vão me deixar, pelo menos até que atitudes "drásticas" da minha parte sejam tomadas...
Agora me deparo com a dura realidade de ser mulher. Por que? Bom, vou tentar resumir.
Quando solteira, a gente tem tempo para cuidar do corpo, pele, cabelo, unhas e outras coisas, aliás fazemos isso justamente para de certa forma chamar atenção e fazer "sucesso"...
Ok. Aí arrumamos um namorado que nos acha linda, maravilhosa, nos cobre de beijos, abraços, elogios e lhe exibe todo orgulhoso para a família e os amigos.
A gente continua com a "tarefa" de se cuidar para não ser trocada por outra ou pelo menos para não tomar um pé-na-bunda.
Mesmo que esse homem não seja lá o homem mais vaidoso, cheiroso e bem-vestido do mundo, mesmo assim fazemos questão de ficar linda para ele.
Avançando um pouco o tempo, a gente casa, engravida, engorda, se enche de estrias, o cabelo fica um horror, já por aí os elogios dele diminuem e quando o faz, percebe-se que é apenas para "agradar"...
Depois de darmos a luz, demora-se para voltar à forma (quando volta), aí a gente tem que se dedicar 24 horas para aquele serzinho que tanto precisa de VOCÊ (não que não precisem do pai, mas não se compara a necessidade da mãe).
Afinal somos NÓS MÃES quem ficamos acordadas a noite quando ele está com febre ou com alguma dorzinha, somos NÓS MÃES quem paramos de 3 em 3 horas (no meu caso o intervalo ainda foi menor) para amamentar, somos NÓS MÃES quem choramos junto com eles por qualquer coisa e nos preocupamos com TUDO que o envolve!
A criança adoece, e somos NÓS MÃES quem paramos de trabalhar para ficar aos cuidados dele e da casa.
Ainda temos que ouvir que "vida de dona-de-casa é moleza", que somente o trabalho na rua é que cansa...
Sem contar a humilhação de esperar que o homem tenha o "bom-coração" de perceber que estamos precisando de uma roupa nova, afinal, nessas alturas do campeonato a INÚTIL AQUI já engordou horrores e nenhuma roupa mais lhe serve!
Ahhhh, ta... engordou? Por que???
Já sei, por que é uma mulher RELAXADA!...
Sim! verdade! Relaxou de si porque não teve tempo nem para se olhar no espelho enquanto corria com as preocupações de cuidar da saúde do filho, e quando felismente ele sarou, correu se desdobrando em lavar, passar, cozinhar, brincar com ele, e esperar "de pernas abertas" o marido chegar em casa, afinal, o meu dia foi super tranquilo, só o dele foi extressante...
Elogios???? O que é isso?
... não lembro, faz tanto tempo...
Ah não, imagine que um rosto com manchas da gravidez e já com algumas ruguinhas, um corpo tão diferente de anos atrás, unhas por fazerem, cabelos sem tintura irão despertar qualquer tipo de elogio e interesse!
Não falo pelo fato de viver em função do meu filho, pois sempre tive o imenso prazer de me desdobrar para cuidadar dele e terei eternamente, por ele não me arrependo do que vejo quando me olho no espelho, mas pelas humilhações que uma mulher tem de aturar mesmo que ela seja uma mãe cuidadosa, uma esposa caprichosa (pelo menos nos deveres de casa) e perceber que de nada mais ela serve quando a dedicação que ela teve não é mais importante do que o que o espelho reflete...
Hoje abracei a frase "se não pode com eles, junte-se a eles"... Estou disposta a mudar não somente a minha aparência, mas a minha personalidade, a minha conduta, meus princípios.
Preciso fazer isso para sobreviver, para ter de volta aquela auto-estima que já estava sumida e hoje foi completamente arrancada de mim!
É triste, mas com certeza é a minha realidade e a de muitas mulheres por aí afora.


Os abraços, os beijos e os carinhos mais siceros são dele!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Tristeza...

Hoje eu acordei depois de uma ótima noite de sono, tomei um café e pelo celular acessei o twitter e 90% das pessoas que eu sigo estavam comentando sobre o mesmo assunto, sobre uma tal chacina em um colégio no Rio de Janeiro. Não me aprofundei muito no assunto embora tenha ficado curiosa, mas o dia estava um pouco corrido pois precisava correr com o almoço para o meu filho para levá-lo até a escolinha onde ele ficará (a mesma que ele ficou dos 6 aos 12 meses), pois começarei a trabalhar na próxima semana...
Enfim, fiz os afazeres, como sempre entre preparar o almoço e dar atenção ao meu bem mais precioso e fomos nós ao destino.
Não tinha dúvidas da reação dele e não foi surpresa minha ao ver a felicidade dele quando lá chegamos e enquanto eu esperava a moça da secretaria me atender, fiquei com ele no play ground da escola brincando e ele encantado nos brinquedos, até que depois de alguns minutinhos que estávamos lá, as "prôs" chegaram com cerca de umas dez crianças da idade dele para ali brincar e a alegria dele ao ver os "amiguinhos" foi um alívio no meu coração apertado pela atitude de ter que deixá-lo novamente aos cuidados da escolinha enquanto eu cumpro o sacrifício de ficar longe dele, mesmo sabendo que é somente por ele que estou indo trabalhar e pelo nosso bem...
Enfim, ficamos por volta de umas duas horas por lá, conhecendo o local e vendo a (ótima) adaptação dele. O mais gratificante foi ver a alegria das pessoas que trabalham lá ao revê-lo! E olha que já se passaram 9 meses desde que ele saiu da escolinha, e as pessoas se lembraram dele e se mostraram felizes pela volta dele, além de não pouparem elogios! E eu, cada minuto mais orgulhosa!
Depois do cansaço, ele acabou dormindo no caminho de volta pra casa... Ufa! Andar, pegar ônibus com um bebê de quase 14 quilos dormindo + bolsa não é fácil... mas por ele tudo me vale a pena.
Entrei em casa e ele acordou todo animado, puxando minha mão e me levando no quarto dele me pedindo para "bincá"... Entre as brincadeiras e a janta, a preparação do banho... Achei que após o banho ele dormiria como um anjinho, pois estava cansado... Que nada!
Coloquei-o para dormir agora as 00:20 hs! Parece até que ele está "adivinhando" que agora o tempo vai se estreitar um pouco para as nossas brincadeiras cotidianas... Embora eu estou conversando com ele já há alguns dias e "explicando" a situação... Sim! Eu sei que ele só tem 1 ano e 9 meses e muita coisa que eu falo ele ainda não entende, mas não me enteressa, eu explico mesmo assim e ele presta a maior atenção!
Enfim, vim pesquisar na internet sobre o caso do colégio no Rio de Janeiro e corrí para a televisão para ver as reportagens, pois parecia não acreditar nas matérias lidas...
Fiquei mudando de emissoras, e pelo menos três delas estavam passando reportagem sobre o caso... Que absurdo!... Que tristeza!... Que dor, meu Deus!...
Na Tv Record (tinha que ser), passou uma matéria no início de um programa evangélico as imagens de um cinegrafista amadorque entrou dentro do colégio no momento em que os pais corriam de um corredor ao outro desesperados à procura de seus filhos, mostrando inclusive a imagem do atirador (FILHO DA PUTA!) morto, além de algumas crianças no chão!
Antes de ser mãe eu já me revoltava com qualquer caso que envolvia crianças, agora então... não consigo nem explicar o que eu sinto...
Meus ensinamentos kardecistas nesse momento infelismente somem da minha mente e eu só consigo desejar que esse MONSTRO não tenha o descanso de seu espírito! Só consigo desejar que ele sofra muito no umbral (lugar aonde vão os suicidas) e que ele NUNCA reencarne! Nem que seja para pagar pelo horrer que ele cometeu, ele tem é que pagar lá, sofrendo...
Que Deus me perdoe tudo isso que desejo pra essa alma, mas eu sou MÃE, e nessa situação eu não consigo nem me imaginar passando pela dor desses pais e famíliares!
Sou fraca demais até para imaginar... então melhor nem pensar!
Mas não consigo não chorar ao ver esse tipo de acontecimento, quanta loucura nesse mundo! A gente cria um filho com tanto carinho, tentando o proteger até de um simples tombo que possa ralar o joelho dele e de repente vem um desgraçado infeliz, mal-amado qualquer aí e tira a vida deles sem motivo nenhum?????
Problema DELE se ele era virgem, infeliz, bulinado, esquisofrênico! O que aquelas crianças tinham a ver com isso?????
Só posso continuar pedindo a Deus muita proteção e força para criar meu filho nesse mundo perdido... A minha vontade é de colocá-lo debaixo da minha "asinha" e não deixá-lo sair, até que eu tenha total certeza de que o mundo está a salvo!
Vamos orar para Deus confortar os corações dos que perderam...
Vamos orar, orar e orar... é só o que nos resta!

terça-feira, 5 de abril de 2011

Abrindo as janelas

Hoje acordei (um pouco) mais animada, embora as coisas estão se ajeitando e se encaminhando conforme eu gostaria (e necessito), continuo tendo algumas recaídas, e por mais que pareça fácil se levantar aos olhos de quem está de fora, eu posso garantir que não é não... Nunca havia passado por isso, e agora tenho a "experiência" de dizer que a coisa é mais complicada quando se vive.
Hoje pelo menos conseguí abrir todas as portas e janelas, e embora a minha casa tenha portas e janelas de vidro, o que faz com que a luz entre mesmo estando fechadas, me dei conta de que há mais ou menos uma semana eu não as abria, as cortinas ficaram o tempo todo fechadas e eu passei todos esses dias sem nem sair na varanda, exceto para pegar uma toalha no varal!
Chegeui ao ponto de além da cortina, colocar um grosso cobertor no varão da janela do meu quarto, para que não entrasse nenhum rastro de luz e para eu definitivamente não ter vontade de levantar da cama, lugar aonde passei a maior parte do tempo...
Enfim, acho que o fato de eu ter conseguido deixar "entrar luz e ar" por aqui hoje já uma evolução...
Amanhã, quero dizer, hoje (pois já são 02:15 hs) vou levantar bem cedinho, colocar os móveis para o alto, abrir portas e janelas e começar uma faxina por aqui...
... e se Deus quiser (e eu tenho certeza que Ele quer!) conseguirei fazer a maior de todas as faxinas: a MENTAL!





Esta é a vista que estou perdendo... tão linda e da minha varanda!


quinta-feira, 31 de março de 2011

Recaída...

Quando eu tinha meus 14/15 anos, nos meus momentos de !desânimo", eu costumava colocar essa música no volume máximo, no repeat, deitar no chão para pensar e chorar, chorar, chorar...
Acho que estou precisando fazer isso...

A Via Láctea

Legião Urbana

Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz...

Mas não me diga isso...
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima...

Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor...

Mas não me diga isso...
É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto
Isso passa
Amanhã é um outro dia
Não é?...

Eu nem sei porque me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim...
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim...

Quando tudo está perdido

Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou...

Mas obrigado por pensar em mim...



quarta-feira, 30 de março de 2011

Confusão Mental

Depois de um tempinho tentando me "desligar" do mundo virtual e pessoal, posto aqui as confusões mentais que passei por esses dias...
Novamente me sentí inferiorizada, inutilizada, fraca, frágil, desanimada... Por qual razão? Não sei.
Coisas da minha mente doida que me fez pensar em tanta coisa ao mesmo tempo, aí acho que o cérebro "dá pau!"...
É muito ruim sentir-se assim, eu não gosto de verdade e muitas vezes quando estou assim procuro me fechar, não gosto de ficar falando para as pessoas que não estou me sentindo bem, acho inconveniente, sei lá. Até por que se me perguntassem os motivos, provavelmente eu não saberia responder, e podem me achar maluca! Rs.
Quando me sinto assim, fico com o senso crítico muito aguçado, falo demais, me revolto com algumas situações e com algumas pessoas, então tento me controlar o máximo para ficar de boca fechada.
E esse negócio de redes sociais é um perigo nessas situações, pois acabo criando alguns "conflitos" por causa de algumas coisas que vejo e leio.
Mas estou aprendendo aos poucos a realmente controlar "minha língua" (pelo menos acho que estou)...

No sábado foi aniversário da minha irmã Daniela e fomos eu, ela, meu cunhado Márcio, minha irmã Vanessa, meu pai e uns amigos da Dani ao teatro assistir a peça "Labutaria" do Marco Luque.
Á princípio não me animei com o convite, pois já havia visto os personagens duas vezes, mas foi bom ter ído, me animou bastante.
Acho que depois de muito pensar, conseguí trocar as caraminholas da cabeça por planos e algumas idéias para não mais cair dessa forma...
Comecei a me animar, porém desde domingo estou as voltas de cuidados redobrados com o Enzo, que pegou uma virose... Penso que Deus mais uma vez me deu uma "cutucadinha", como se dissesse: "Toma aqui algo pra lhe preocupar muito mais do que essas bobeirinhas pelo qual anda se preocupando... Olha como seu filho precisa de você!"...
E aqui estou, sem tempo para pensar em outra coisa, felismente.
E vamos em frente!

Amém!!!!


Dani, eu e Van no teatro.



segunda-feira, 21 de março de 2011

"Pensamentos Lucena" (Que me cabe)

Nunca, nunca, nunca desista! Winston Churchill




O que fazer quando parece não existir mais nenhuma esperança?
Você continua seguindo em frente.
Qual é a melhor opção quando você sente que está prestes a desistir?
A melhor opção é seguir em frente.
Como responder quando as circunstâncias são todas contra você?
A mais eficiente resposta é continuar ativamente trabalhando e com os olhos para frente não se importando com todos os outros fatores.


Tudo que você conhece tem como base a experiência do passado, porém, o futuro não tem que necessariamente se igualar ao passado. Isso porque, nesse momento, você pode tomar uma ação que pode determinar um novo futuro e mudar o modo como as coisas, hoje, estão.
Apesar de ser muito fácil pegar o melhor atalho e desistir, apenas lembre-se disso: quando você está no ponto de desistir, você também está no ponto onde os valores máximos podem ser criados.


Se você está querendo desistir, então você não tem nada a perder e tudo a ganhar ao decidir seguir em frente. Vá em frente porque a vitória está próxima!




Nélio Da Silva


sexta-feira, 18 de março de 2011

Exemplos de vida

Essa semana, mais uma vez me sentí desanimada, humilhada, inutilizada, querendo desaparecer da face da terra...
Mas ontem recebí a visita de duas antigas amigas, que estávamos há um tempo sem contato, embora moramos na mesma vila, há muito tempo não nos víamos e nos reencontramos no orkut e marcamos de nos ver...
Conhecí uma das quatro irmãs lá pelo ano de 1992/1993, quando estudamos juntas, ela morava perto da minha casa e logo comecei a frequetar a casa dela e conhecí as outras três.
Eu não saía da casa delas pois ía brincar com as duas irmãs mais novas e me divertia muito com as histórias e palhaçadas das mais velhas!
Depois quando eu tinha meus 12/13 anos comecei a sair para o centro da cidade e para a danceteria do Clube com a Adriana, que acho que era uns 5 anos mais velha do que eu.
Resumindo, tenho ótimas lembranças da família, pois fizeram parte da minha infância e da minha adolescência... Tenho muitas lembranças boas delas.
Enfim, nesse nosso "reencontro" soube que a vida de algumas delas não é nada fácil e mesmo assim, fiquei impressionada como os obstáculos não as fizeram mudar!
Elas continuam as mesmas moleconas e palhaças que eu conhecí há 15/16 anos atrás!
Como é bom ter exemplos de vida em nosso caminho! Eu que passei essa semana enjuriada com a vida, me deparo com pessoas com trilhões de problemas maiores do que os meus, fazendo piada da vida e rindo o tempo todo!
Talvez possa ser que elas não são assim 24 horas por dia, sei que a Fabiola tem seus momentos ruins, de depressão e tem motivos para isso, mas pelo menos não deixa isso transparescer o tempo todo, pelo oque eu pude perceber.
É irônico como essas duas pessoas com problemas maiores do que os meus conseguiram alegrar meu dia e me fazer enxergar o quanto injusta estou sendo comigo e com outras pessoas.
É engraçado também como a gente recebe mais atenção de pessoas de fora, do que de pessoas que fazem parte do nosso dia-a-dia que mal querem saber se estamos bem ou não, que mal nos fazem uma visita... pessoas próximas, porém tão distantes e que a gente aprende a se preocupar menos também. Infelismente, assim é a vida, e eu estou me adaptando à essa realidade.
Por esses dias também lí no blog da minha amiga Gabi sobre a relação conturbada dela com a mãe. Eu já sabia que elas tinham seus atritos, mas não imaginava que a situação era tão absurda!
Nossa, me coloquei no lugar dela e mais uma vez me surpreendí com o coração maravilhoso que essa menina tem, pois se eu tivesse passado 1/3 do que ela passou, acho que eu jamais teria ído atrás da minha mãe como ela teve coragem de ir...
Bom, analisando esses casos, devo agradecer a Deus por meu marido ter emprego pelo exemplo da Adriana que tem  cinco filhos para criar e o marido está desempregado, devo agradecer por ter um filho saudável pelo exemplo da Fabiola que passa 24 horas do dia se dedicando ao filho "especial" e ao exemplo da Gabi que teve a porta da casa da mãe fechada quando ela mais precisou, por ter um marilhoso relacionamento com a minha mãe que está sempre pronta para me dar a mão sempre que preciso.
Devo também, agradecer à Deus por ter colocado no meu caminho Adriana, Fabiola e Gabriela que me mostraram o quanto idiota e injusta eu sou por reclamar da vida, que enquanto elas tem seus problemas, elas dão risada para o mundo e são elas quem me abriram os olhos para enxergar isso!
Vou colocá-las em minhas orações diárias, para que Deus continue dando força e alegria para elas enfrentarem o dia-a-dia!
Obrigada de verdade por vocês serem alguns "Exemplos" em miha vida!

Beijos!